Os autocarros públicos da operadora Bacatral começaram ontem a operar no troço Ukuma/Mundundu (província do Huambo), numa acção que visa facilitar a livre circulação de pessoas e bens na respectiva via. De acordo com fonte da empresa que avançou a informação à Angop, em função do estado de degradação das vias, optou-se por operar no troço Ukuma/Mundundu com autocarros de marca "Lei Land", com mais potência e com capacidade para 22 passageiros, para além da mercadoria diversa.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Sociedade
Os autocarros públicos da operadora Bacatral começaram ontem a operar no troço Ukuma/Mundundu (província do Huambo), numa acção que visa facilitar a livre circulação de pessoas e bens na respectiva via. De acordo com fonte da empresa que avançou a informação à Angop, em função do estado de degradação das vias, optou-se por operar no troço Ukuma/Mundundu com autocarros de marca "Lei Land", com mais potência e com capacidade para 22 passageiros, para além da mercadoria diversa.
Tecnologia
O ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, encontra-se na província do Huambo, desde a tarde de ontem, terça-feira, para onde participar no II Conselho Consultivo Alargado do ministério, que vai decorrer de 30 de Junho a 2 de Julho.
À chegada, o ministro esclareceu à imprensa local que a visita se destina igualmente à avaliação dos trabalhos de expansão da rede de fibra óptica. Explicou que o encontro, que vai decorrer na comuna do Calenga, município da Cáala, visa analisar o desenvolvimento do sector e rever alguns aspectos legislativos do ministério para os adequar às actuais exigências do país. "Pretendemos actualizar a nossa legislação adequando-a aos rumos que o país vai tomando, " esclareceu o ministro, em declarações à Angop.
José Carvalho da Rocha afirmou que o ministério está empenhado em expandir a rede de fibra óptica para todo o país e fazer com que a população utilize cada vez mais os serviços de telecomunicações.
O ministro visitou entretanto a Estação de Fibra Óptica (transmissão Wako-Kungo/Huambo), na comuna do Alto-Hama e ontem à noite foi recebido em audiência pelo governador da província, Faustino Muteka.
Cultura

Mundial 2010

Economia
Reservas internacionais angolanas cresceram
O Banco Nacional de Angola anunciou que o país tem actualmente uma reserva externa próxima dos 20 mil milhões de dólares. Isto deve-se ao crescimento registado de Dezembro de 2009 a Junho deste ano. Marta Paixão e Silva, directora do gabinete de Gestão de reservas do BNA, adiantou em entrevista à Rádio Nacional de Angola que em sete meses estas registaram um acréscimo de cerca de três mil milhões de dólares. A responsável explicou ainda que até ao final do ano espera que as reservas externas sofram "um aumento significativo". "As reservas internacionais continuam a crescer, prova disso é que de Dezembro para cá as reservas internacionais crescera, cerca de três mil milhões de dólares e o BNA está a fazer tudo no sentido de permitir o crescimento destas reservas", esclareceu.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Negócios
Angola e Índia movimentaram 4 milhões USD
O volume de negócios entre a Índia e Angola pode alcançar os quatro biliões de dólares este ano, superando os três biliões de dólares norte-americanos atingidos em 2009.
A revelação foi feita hoje à Angop, em Luanda, pelo embaixador da Índia em Angola, Ajjampur Rangaiam Ghanashyam, que atribuiu o crescimento da cooperação entre os dois países aos esforços do seu Governo em querer estreitar e consolidar as relações entre as duas nações em vários domínios, sobretudo o económico. Ajjampur R. Ghanashyam recordou que as relações entre os dois países datam de 1761 (época da colonização portuguesa), altura em que partes da Índia (Goa, Damão e Dio) eram consideradas, tal como Angola, territórios português.
O diplomata indiano deu a conhecer que exportam para Angola, principalmente, carne, veículos automóveis, equipamentos para comboios e tractores, medicamentos, tecidos e fibras para a indústria têxtil.
Dominam as exportações de Angola para a Índia o petróleo.
O acordo de cooperação petrolífera assinado entre a angolana Sonangol e empresas indianas do sector, em Janeiro deste ano, foi considerado pelo embaixador Ajjampur Ghanashyam como um dos exemplos do estreitamento e consolidação das relações entre os dois países.
Rubricado durante a visita a Angola do ministro indiano dos Petróleos e Gás Natural, Murli Deora, o acordo vai permitir que sejam identificadas outras áreas para aprofundar a cooperação, aproveitando a capacidade técnica do país asiático neste domínio, sublinhou.
Entretanto, o diplomata admitiu que as relações entre Nova Deli e Luanda “precisam ser reforçadas e alargadas para outros sectores, em benefício mútuo”, como o das infra-estruturas, saúde, educação, agricultura, informática, alta tecnologia, indústria automóvel, e de metais.
Segundo Ajjampur Ghanashynam, a Índia também participa nos esforços das autoridades angolanas de reconstruir e desenvolver Angola, dando como exemplo os trabalhos de reabilitação da linha de caminho-de-ferro Lubango-Matala, no Sul do país, com um custo de 50 milhões de dólares, além da formação na Índia de engenheiros e outros especialistas do ramo que actualmente gerem o projecto.
O diplomata afirmou que o seu Governo apresentou ainda uma proposta para interligação das três linhas de caminho-de-ferro de existentes em Angola.
Ajjampur Ghanashynam recordou, igualmente, que as empresas privadas do seu país estão presentes no sector de aço, plástico e papel.
Ainda, uma farmacêutica privada indiana pretende instalar uma unidade de produção de fluídos intravenosos, e uma outra projecta um centro ortopédico e de formação de especialistas angolanos.
Economia
Primeira reunião de Conselho de Comércio e Investimentos
A criação de um "clima favorável" para a conquista de mais negócios para Angola é fundamental para o país, sobretudo no que toca no relacionamento com os Estados Unidos. A afirmação é de Floria Liser, representante dos EUA em África para o Comércio.
Delegações do comércio e investimentos de Angola e dos Estados Unidos estiveram reunidas ontem em Luanda para identificarem novos ambientes de negócios e cooperação para os dois países.
Em declarações à imprensa, no final da reunião, a representante norte-americana apontou como necessária a criação de um clima que permita atrair mais negócios para o país.
Por sua vez, o vice-ministro angolano do Comércio, Augusto Arsher Mangueira, que presidiu à reunião pela parte de Angola, considerou importante que sejam criadas condições para desenvolver um equilíbrio entre as balanças comerciais dos dois países.
O Acordo Quadro de Comércio e Investimento é um mecanismo bilateral de consulta do Governo norte-americano, para a promoção do comércio e investimentos, que poderá levar à assinatura de acordos obrigacionistas, tais como o de promoção e protecção recíproca de investimentos e acordos de livre comércio.
Educação
O país, através da Rede Ambiental Maiombe, participa, a partir de hoje até 3 de Julho, na Cidade da Praia, em Cabo Verde, no II Encontro Lusófono de Educação Ambiental no Marco da Década das Nações Unidas para a Educação e Desenvolvimento Sustentável (DNUEDS).
Legislação

Desporto
O Benfica de Luanda empatou a zero com os Bravos dos Maquis, ontem, segunda-feira, em Luanda, na partida de encerramento da primeira volta do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Divisão, Girabola2010.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Cultura

A Fundação António Agostinho Neto tem agendado para o mês de Setembro a realização de um festival denominado “FestiBengo Catete 2010”, inserido nas comemorações do mês e da semana do Herói Nacional.
A notícia é adiantada pela Angop, que refere que a jornada contará com a realização de actividades culturais, como concursos literários, espectáculos, concursos de teatro, gastronomia e exposições de artes plásticas.O programa será ainda preenchido com festival de música infantil, campanhas de prevenção e sensibilização rodoviária e de aconselhamento sobre Hiv/Sida, torneios desportivos.
A Fundação Dr. António Agostinho Neto (FAAN) foi proclamada no dia 14 de Setembro de 2007 e tem como objectivo fundamental a promoção da pesquisa e divulgação da vida e da obra do Dr. António Agostinho Neto.
Como objectivos complementares a FAAN propõe-se desenvolver actividades para melhorar o “bem-estar” e a condição de vida dos angolanos, bem como a promoção da educação, da ciência, da tecnologia e da cultura, para incentivar a criação e a inovação, de todo tipo e sob todas as formas de investigação científica e tecnológica, o fomento de actividades que ajudem o desenvolvimento humano e a protecção dos direitos do homem.
África
A Carta Africana de Direitos do Homem e dos Povos foi adoptada a 28 de Junho de 1981, em Banjul, Gâmbia, pela Organização da Unidade Africana (OUA) (actualmente Unidade Africana (UA)), para promover, tutelar e proteger os direitos humanos.
Conhecida como “Carta de Banjul”, por ser adoptada nessa cidade, o documento reconhece princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 e adiciona outros que tradicionalmente tinham sido negados em África, como o direito de livre determinação ou o dever dos Estados de eliminar todas as formas de exploração económica estrangeira.Os direitos são estabelecidos no capítulo primeiro e os deveres, no segundo. Diferencia direitos, liberdades e garantias ao denominar estas últimas como medidas de salvaguarda.
Entre os direitos destacam-se: a igualdade perante a lei e igual protecção da lei; inviolabilidade da vida, integridade física e moral; a dignidade inerente à pessoa humana; reconhecimento da personalidade; a proibição de todas as formas de exploração do homem, especialmente a escravatura, o tráfico de pessoas, a tortura física ou moral e as penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.Na Carta, quatro aspectos merecem destaque, por orientar a interpretação da Carta.No preâmbulo, os Estados Africanos, com fundamento na liberdade, igualdade, justiça e dignidade, aspirações do povo africano expressas na Carta ratificam a instituição de órgão de promoção e de protecção dos Direitos Humanos e dos Povos.
O primeiro está relacionado com a atenção conferida às tradições históricas e aos valores da civilização africana. São estes valores culturais e tradições africanos que caracterizaram e inspiraram a Carta Africana. A estes valores conjuga-se o processo de libertação da África, a luta pela independência e dignidade dos povos africanos, o combate ao colonialismo e neocolonialismo, a erradicação do apartheid, do sionismo e de todas as formas de discriminação.
No segundo aspecto, a Carta Africana adopta uma perspectiva colectiva, que empresta ênfase nos direitos dos povos e é a partir desta perspectiva que se transita ao indivíduo. No caso das Convenções mencionadas a óptica é liberal individualista, a fundamentar o catálogo de direitos civis e políticos nelas contemplados.O terceiro aspecto da Carta, que é exactamente a previsão não apenas de direitos civis e políticos, mas de direitos económicos, sociais e culturais, a Carta reconhece, no marco do direito ao desenvolvimento, que: “os direitos civis e políticos são indissociáveis dos direitos económicos, sociais e culturais, tanto na sua concepção, como na sua universalidade, e que a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais garante o gozo dos direitos civis e políticos”.
Por fim, o quarto aspecto refere-se à concepção de deveres, na medida em que o preâmbulo da Carta afirma que: “o gozo dos direitos e liberdades implica o cumprimento dos deveres de cada um”.
Províncias
Mobiliário

Maria Fernanda, secretária geral da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP), revelou à Lusa que possuem expectativas elevadas em relação ao aumento do fornecimento de produtos a Angola, já em 2010. A associação participa na segunda edição da Export Home 2010, salão de mobiliário, lar, têxteis, iluminação e decoração, que decorre em Luanda de 24 a 27 deste mês e que contará com 14 empresas portuguesas da marca Associative Design. A responsável argumenta que tem actualmente várias ideias e "alternativas possíveis" para corresponder ao projecto do Governo de edificar um milhão de casas "que estão a surgir e vão precisar ser mobiladas". "Estamos a encontrar soluções, estamos disponíveis para com o Governo português, enquanto associação, negociar e também fazer protocolos com o Governo português e angolano, de forma que nós, associação, sejamos esse facilitador dessa parceria e de tudo aquilo que nos estiver a fazer falta no momento", esclareceu. A participação deste ano conta com menos empresas, devido à crise económica. Belar, Boca do Lobo, Castro Lighting, Classic Toys, Colunex, Cormar, Estetinor, Hestia, Mindol, Molaflex, Paulo Coelho, Piramidal, Severino Relojoeiros e Tudo se Conjuga são as organizações que aderiram ao certame. A área da Joalharia e cosmética foi incluída pela primeira vez nesta edição.
Sociedade
O embaixador de Angola em Lisboa, Marcos Barrica, defendeu hoje que o seu país não pode ser considerado "infestado pelo tráfico de droga", alegando que existem "casos isolados de pessoas que querem fazer do território angolano ponto de passagem, sobretudo de droga que vem do Brasil e da África do Sul, para outros destinos e que tem passado por Angola". O responsável garantiu, em declarações à agência portuguesa Lusa, que as autoridades estão empenhadas em conferir "um combate cerrado para desencorajar os cartéis de traficantes de droga" em território nacional. Esta foi a reacção às declarações proferidas pelo director executivo do gabinete anti-drogas da ONU em Nova Iorque, António Maria Costa, relativamente à mudança do narcotráfico da África Ocidental para países como Angola e Namíbia. O embaixador angolano frisou que o Governo está atento à situação e está a tomar medidas para desincentivar a passagem do tráfico pelo país. "Haverá combate cerrado para que se desencoraje definitivamente a instalação de cartéis [de tráfico de droga] em Angola", assegurou.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Economia

A economia angolana poderá tornar-se a quinta maior do continente africano em 2014, segundo projecções do economista angolano Alves da Rocha, avançadas hoje à imprensa, em Luanda.
Política
Em declarações à Angop, o político admitiu que ficou impressionado com a gentileza do Presidente brasileiro, Luis Inácio Lula da Silva, que reafirmou a amizade dos angolanos pelo povo brasileiro.
Para ele, as relações económicas entre os dois países tiveram início quando os primeiros africanos foram levados para o Brasil na condição de escravos para trabalhar na lavoura da cana-de-açúcar.Santos Paulo Luengulukanda assegurou que Angola é um mercado estratégico para o Brasil, assumindo-se como “um ponto de partida para uma política de estratégia global para África, em especial a subsaariana”.
O vice-presidente não hesita em afirmar que Angola “é um grande mercado emergente” para os “produtos e soluções tecnológicas” do Brasil.Segundo o político angolano, os objectivos de futuro passam por “incrementar cada vez mais os laços comerciais, sociais e culturais com Angola”.
Salientou que o sector da construção civil constitui o grosso do investimento brasileiro em Angola, com a Odebrecht a encabeçar a lista de maior empregadora. Mas há espaço para outros sectores de actividade e empresas. As áreas de oportunidades de negócios, a agricultura, pesca, geologia e minas, produtos alimentares e bebidas, aviação, telecomunicações, indústria, formação profissional, energia e águas, constituem também sectores a ter em conta na cooperação entre os dois países.Para Santos Paulo Luengulukanda, as relações entre Angola e Brasil são não só comerciais e económicas, mas também históricas e culturais, uma vez que faziam parte do império colonial português. E desde Novembro de 2007, as relações entre estes países aumentaram relativamente.
Diplomacia
Energia

Desporto
A quinta edição do Raid Kwanza Sul tem inicio hoje, sexta-feira, sob o lema “Todo-o-Terreno”.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Parceria
Os governos de Angola e Brasil devem assinar hoje, em Brasília, vários instrumentos jurídicos para o reforço da cooperação entre os dois Estados. Os acordos serão assinados no âmbito da visita oficial de dois dias do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, ao Brasil, que iniciou ontem, terça-feira, a convite do seu homólogo, Luiz Inácio Lula da Silva.
Os acordos, destinados ao reforço das relações de cooperação entre os dois Estados e Governos, devem incidir sobre os domínios das Finanças, Defesa, Agricultura, Educação e Saúde, entre outros.
O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a independência de Angola, proclamada a 11 de Novembro de 1975. Desde 1980, as nações mantêm acordos gerais de cooperação Económica, Técnico-científica e Cultural.
Dados divulgados pela Angop indicam que em 2009 as exportações brasileiras para Angola alcançaram 1,33 biliões de dólares, com destaque para bens alimentares, materiais de construção, camiões, tractores e outros equipamentos.
As exportações de Angola para este país da América do sul atingiram 137.7 milhões de dólares, sendo principal produto o petróleo.
Justiça
O procurador-geral da República, João Maria de Sousa, apontou recentemente o ano de 2015 como a meta estabelecida pelo sector para a cobertura integral de todo o território nacional com magistrados do Ministério Público.
Educação
Um intercâmbio sócio-académico para abordar aspectos relacionados com a Carta Africana da Juventude terá lugar de 24 a 27 deste mês, uma co-organização das Associações de Estudantes dos Institutos Superiores de Ciências da Educação do Lubango, na província da Huíla, e do Sumbe, Kwanza Sul, afectas à Universidade Katiavala Buila.
Sociedade

O delegado provincial do Ministério do Interior em Cabinda, comissário António Pedro Kandela, pediu ontem, terça-feira, na Vila de Landana, a todos os efectivos do Minint para que prestem maior atenção às questões relativas à violência doméstica e à sinistralidade rodoviária.
Diplomacia
À procura de investidores na Commonwealth
Angola quer aproximar-se da Commonwealth, visto que tem recebido da entidade pedidos de informação de empresas que têm um conhecimento desactualizado do país.
O presidente da Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP) angolana, Aguinaldo Jaime, revelou à agência de notícias Lusa que "a informação que é muitas vezes difundida sobre Angola, ou está completamente ultrapassada - pertence ao passado, nomeadamente dos tempos em que ainda estávamos em guerra -, ou é uma informação que não é muito correcta".
Com o objectivo de clarificar eventuais dúvidas, participou ontem no Fórum de Negócios África G8, organizado em Londres pelo Conselho de Negócios da Commonwealth, organização onde existem potenciais investidores.
"É possível ver o interesse que o mercado angolano está a despertar em muitas empresas que têm muitas perguntas a fazer sobre a economia, o quadro regulador, os incentivos, as dificuldades e as vantagens", constatou Aguinaldo Jaime.
Disse ter recebido pedidos de informação de investidores das áreas das infra-estruturas, nomeadamente relacionada com o saneamento básico e construção, em particular no domínio da habitação social.
Revelou ainda o interesse de instituições financeiras como bancos e fundos privados que querem estabelecer-se em Angola.
A ANIP apresentou-se com a estratégia de captar investimentos "fora do sector mineral para criar empregos e não tornar a nossa economia tão dependente de apenas uma matéria-prima", vincou o presidente.
Mas o petróleo continua a atrair a atenção de investidores, adiantou o vice ministro dos Petróleos à Lusa.
"Há muita gente interessada no gás", referindo que o projecto Angola LNG, relacionado com gás natural, se encontra "em curso bastante avançado".
Aníbal Silva admitiu que os concursos para exploração e produção foram atrasados devido à crise financeira do ano passado e à queda do preço do petróleo.
Porém, manifestou confiança em desenvolvimentos "no próximo ano".
terça-feira, 22 de junho de 2010
Economia
Transportes

O presidente do Conselho de Administração dos Caminhos-de-Ferro de Luanda (CFL), Osvaldo Lobo do Nascimento, anunciou para a segunda quinzena de Julho a arranque da ligação ferroviária Luanda/Ndalatando/Malanje, após a reabilitação dos cerca de 400 quilómetros do troço.