
China e Angola pretendem desenvolver relações na área da defesa
China e Angola pretendem desenvolver as relações na área da defesa, anunciou hoje a agência noticiosa oficial chinesa, citando um "acordo" entre líderes militares dos dois países.
O acordo foi manifestado em Pequim, num encontro do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas chinesas, Chen Bingde, com o homólogo angolano, Francisco Pereira Furtado, disse a mesma fonte, sem adiantar pormenores.
"A China atribui grande importância aos seus laços militares com Angola e está pronta a trabalhar com Angola para promover a cooperação amigável entre as duas Forças Armadas", disse Chen Bingde.
O desenvolvimento da cooperação na área da defesa insere-se no "aprofundamento da parceria estratégica sino-angolana", preconizado em Dezembro passado pelo Presidente chinês, Hu Jintao.
Os dois países só estabeleceram relações diplomáticas em 1983, mas nos últimos cinco anos, devido às exportações de petróleo, Angola tornou-se o maior parceiro comercial da China em África.
Grandes empresas chinesas estão envolvidas no programa angolano de reconstrução nacional, que conta com um financiamento estatal chinês estimado em 5.000 milhões de dólares (3.500 milhões de euros).
O acordo foi manifestado em Pequim, num encontro do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas chinesas, Chen Bingde, com o homólogo angolano, Francisco Pereira Furtado, disse a mesma fonte, sem adiantar pormenores.
"A China atribui grande importância aos seus laços militares com Angola e está pronta a trabalhar com Angola para promover a cooperação amigável entre as duas Forças Armadas", disse Chen Bingde.
O desenvolvimento da cooperação na área da defesa insere-se no "aprofundamento da parceria estratégica sino-angolana", preconizado em Dezembro passado pelo Presidente chinês, Hu Jintao.
Os dois países só estabeleceram relações diplomáticas em 1983, mas nos últimos cinco anos, devido às exportações de petróleo, Angola tornou-se o maior parceiro comercial da China em África.
Grandes empresas chinesas estão envolvidas no programa angolano de reconstrução nacional, que conta com um financiamento estatal chinês estimado em 5.000 milhões de dólares (3.500 milhões de euros).
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