Bem-vindos ao blog da revista Angola'in!

Uma publicação dirigida a todos os angolanos, que pretende ser o elo de ligação da lusofonia. Queremos que este espaço seja mais um meio de contacto com os nossos leitores e todos aqueles que têm ligações a este país. O nosso objectivo é estarmos próximos de si e, com isso, esperamos acolher a sua simpatia e a sua opinião, como forma de enriquecer o nosso trabalho. O seu feedback é uma mais-valia, um estímulo para continuarmos a desenvolver um projecto inteiramente dedicado a si!

Angola'in à venda em Portugal e Angola

Angola'in à venda em Portugal e Angola
A 1ª edição 2012 da Angola'in é pura sedução! Disponível em Angola e Portugal, a revista marca o seu regresso ao bom estilo das divas: com muito glamour e beleza. Uma aposta Comunicare que reserva grandes surpresas para os seus leitores

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Economia


Desenvolvimento passa por aposta na saúde e educação
"Um país com carências na saúde e na educação não pode ser desenvolvido". A opinião é do economista norte-americano Paul Krugman, que esteve em Luanda para falar acerca de “Como Construir uma Economia Forte”, no fórum organizado pelo BPC e o Facide no Centro de Convenções de Talatona.

Segundo o Prémio Nobel da Economia de 2008, para se desenvolver um país “não se faz magia”, mas procura-se ser pragmático e humilde na governação. De acordo com o Correio do Patriota, Krugman defendeu que o dinheiro arrecadado com a venda do petróleo deve ser investido na saúde e na educação, por serem os sectores que garantem a estabilidade social e contribuem para diminuir a pobreza.

Em relação ao facto do crescimento da economia nacional assentar no petróleo, Krugman é de opinião que o país se encontra numa fase de recuperação das exportações, porque está a voltar a atrair interesse graças aos dados de retoma das economias que dependem do crude e que se relacionam com Angola, o que significa boas expectativas.

As boas relações económicas com países emergentes têm dado sinais positivos no mundo, como é o caso do Brasil e a China, o que favorece e pode ajudar a fortalecer a economia.

Já o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, que abordou a “competitividade nacional”, repetiu que o maior desafio interno consiste em libertar-se da dependência do petróleo, sector gerador de poucos empregos. Considerou igualmente que para se ter uma economia forte é necessário ter instituições solidificadas, recordando que a aposta do Governo está em potenciar o crescimento em 15 por cento dos sectores da agricultura, indústria e serviços.

Sociedade


Fundo Lwini torna-se Fundação


O Fundo de Solidariedade Social Lwini passa a designar-se, a partir de hoje, Fundação Lwini. De acordo com um comunicado da instituição, divulgado ontem pelo Jornal de Angola, a proclamação da Fundação decorreu no final da manhã de hoje, numa cerimónia que decorreu nas instalações da entidade e que foi antecedida por uma visita ao Complexo Escolar do Ensino Especial do Rangel (junto ao mercado dos Congolenses).

“A Fundação Lwini vem, desta forma, responder melhor aos crescentes desafios de reforço de capacidade e de alargamento das acções de solidariedade e assistência às populações mais desfavorecidas, iniciadas há 12 anos pelo Fundo”, refere o comunicado.

A nota indica que a Fundação Lwini mantém-se como Organização Não-Governamental de direito privado, sem fins lucrativos, com o objectivo principal de apoiar e defender as vítimas civis de minas terrestres, a criança órfã e a mulher rural, tendo como instituidora Ana Paula dos Santos, Primeira-Dama de Angola.

Consumo

País no topo do ranking de países consumidores de vinho português


Angola lidera o "ranking" dos dez países que mais compram vinhos portugueses, tendo importado 444,6 mil de hectolitros em 2009, no montante de 56,9 milhões de euros, de um total de 246 milhões de euros exportados por Portugal.

Portugal exportou em vinhos tintos e brancos 1,59 milhões de hectolitros no ano passado, o que correspondeu a 246 milhões de euros, indicam dados da ViniPortugal, divulgados pela agência de notícias Lusa.

Os vinhos portugueses dominam o mercado angolano, com uma quota de cerca de 95 por cento nos vinhos engarrafados e só na área da grande Luanda estima-se que hajam 3,5 milhões de potenciais consumidores, dos quais 60 por cento homens e 40 por cento mulheres, que se situam entre os 30 e os 45 anos.

O dinamismo das exportações de vinhos portugueses para Angola continua a ser sustentado e "o potencial de mercado grande", segundo a ViniPortugal.

A seguir a Angola, surge o Reino Unido, com um valor de importações da ordem dos 19,6 milhões de euros em vinhos tintos e brancos no ano passado, num volume de 105,6 mil hectolitros. Os Estados Unidos estão na terceira posição com compras no valor de 18,6 milhões de euros, o que representou 82,8 mil hectolitros no ano passado.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Economia

Crescimento de dez por cento


O coordenador da Agência Nacional Para o Investimento Privado (Anip), Aguinaldo Jaime, declarou ontem, quinta-feira, em Luanda, que Angola é um país política e economicamente estável para a realização de investimentos e apresenta uma perspectiva de crescimento de 10 por cento, para este ano.
O responsável discursou no III Fórum Económico Alemão-Angolano (que iniciou ontem, em Luanda) e, segundo a Angop, defendeu que a nação está a diversificar a economia em sectores como telecomunicações, energia, agro-indústria, construção civil, indústria de materiais de construção, pesca e outros, uma boa opção que permitirá reduzir o peso da importação e da dependência do petróleo, o seu principal produto de exportação.

Informou que o Governo está a implementar um programa de construção e reconstrução de infra-estruturas (estradas, pontes, caminhos-de-ferro, portos, aeroportos, centrais eléctricas, escolas e hospitais), a nível nacional, no qual conta com a parceria de privados nacionais e estrangeiros. Neste âmbito, abre-se também uma grande oportunidade de negócios para quem pretende investir em Angola.

Por outro lado, Aguinaldo Jaime convidou os empresários alemães a investir em Angola, por existir um quadro legal que prevê incentivos e isenções fiscais atractivas, assim como garantias de retorno dos dividendos para o país do investidor. Ao apresentar alguns dados sobre a realidade actual de Angola, esclareceu também que os empresários alemães com pretensões de investir em Angola devem fazê-lo em parceria com parceiros nacionais e transferindo para o país tecnologia e “know how”.

No fórum, o responsável da Anip assegurou aos empresários alemães que o Governo angolano está empenhado em combater os crimes transnacionais, como o terrorismo e branqueamento de capitais. A título de exemplo, disse que o país aprovou, no decurso deste ano, um novo diploma sobre esta matéria. Fruto dessa política de combate a esses crimes, elucidou que o país atraiu, entre 2008 e 2009, investimentos privados no valor de USD 1,8 biliões, um aumento significativo, tendo em conta que na maioria dos países houve uma redução de investimento. “Não há critério mais seguro para se aferir a eficácia de uma política do que os resultados dados pelos números, eles estão aí e não mentem”, sublinhou o responsável. Disse esperar que os alemães se convençam que Angola é um bom país para investir e aos angolanos pediu para fazerem parcerias.

O Fórum Económico Alemão-Angolano, que decorre em Luanda, encerra hoje e conta com a participação responsáveis dos governos provinciais e associações empresariais.

CPLP


Marinha carece de equipamentos


As marinhas de guerra dos membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) necessitam de desenvolver programas de reequipamento para cumprirem com êxito as respectivas missões, nomeadamente no que concerne na defesa e segurança das águas territoriais.
Esta é uma das recomendações do II fórum dos comandantes das marinhas de guerra da CPLP, que decorreu entre quarta e quinta-feira, em Luanda. Os participantes sugeriram acções mais profícuas na cooperação entre as instituições, visto que os actuais riscos e ameaças exigem marinhas mais fortes e pró-activas. "Dentro das responsabilidades atribuídas, o nível de desenvolvimento das marinhas e guardas costeiras da CPLP está muito aquém das necessidades de cumprimento das missões", lê-se no comunicado.
Durante a reunião ficou assente que as marinhas do Brasil e de Portugal devem apresentar as suas capacidades ao nível da construção naval e da formação de quadros, no âmbito do apoio às congéneres da comunidade. Concluíram que os riscos e ameaças, como a pirataria, tráfico de drogas e de mercadoria, poluição marinha, imigração ilegal e pescas desregrada, são comuns a todos os países membros da CPLP.
O II simpósio dos comandantes das Marinhas de Guerra da CPLP decorreu sob o lema "As Marinhas de Guerra frente aos desafios do século XXI".
O próximo simpósio será promovido no Brasil, em 2012.

Sociedade

Juventude do Lobito doa livros



O Conselho da Juventude no Lobito, província de Benguela, doou ontem, quinta-feira última, 1.350 livros diversos à Direcção da Escola "Hoji Ya Henda", no âmbito do programa de acções sociais que este órgão desenvolve nos últimos dias.
Em declarações à Angop, o presidente desta instituição, António Lazaro Kamenhe, informou que com esta acção a sua organização pretende ajudar as direcções de escolas com deficit do material didáctico.
De acordo com o responsável juvenil, a falta de livros sobretudo por parte dos estudantes de famílias com fraco poder económico tem sido entrave para os professores ministrarem aulas ao nível das exigências didáctico-pedagógica. Do lote do material doado constam livros de matemática, inglês, química, física e de educação manual e plástica.
O director pedagógico da escola "Hoji Ya Henda", Domingos Passageiro, enalteceu o gesto do aludido órgão, porque para si constitui a melhor oferta a julgar pela importância do livro.
O responsável fez saber que na instituição existem crianças ou estudantes que assistem a aulas sem o material didáctico completo, facto que tem criado dificuldades aos docentes.
O Conselho da Juventude no Lobito, nos últimos dias está igualmente a desenvolver o programa de levantamento do número de estudantes finalistas que desejam efectuar estágios nas empresas com objectivo de ganharem a prática.
O Conselho da Juventude é apartidário e nele congregam organizações juvenis religiosas, escuteiros e outras que defendem os interesses da juventude.

Mundial 2010

Turismo na África do Sul cresceu 24 por cento



A África do Sul registou aumento de 24 por cento de visitantes em Junho, durante o período em que decorre o Mundial 2010. De acordo com o vice-ministro do Interior sul-africano, Malusi Gigaba, de 1 a 29 de Junho verificou-se a entrada de 944.535 mil visitantes estrangeiros, um acréscimo de quase um quarto sobre os 760.201 mil do período homólogo de 2009. A maioria é oriunda de países da África meridional.

As entradas neste período, de acordo com informação da Angop, foram de 1.298.305, cidadãos enquanto em 2009 esse número não ultrapassou o 1.036.610.

Além dos estados da África Meridional, de onde procediam a maioria dos visitantes, incluem-se Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, Brasil, México e Holanda.

Neste momento, através do Sistema de Controlo de Movimentos (CMS), em colaboração com a Polícia e o Serviço de Alfândega, o Ministério do Interior facilitou a entrada de 23 selecções nacionais, que entretanto foram eliminadas.
O CMS também registou a chegada e as mudanças de 24 chefes e antigos chefes de Estado e de Governo que assistiram aos jogos do Mundial. Mas também foi negada de 180 pessoas, devido a passaportes falsos, falta de motivo de viagem. O Departamento de Interior também ajudou no trabalho da FIFA com a expedição de vistos, permissões de trabalho e credenciamento de delegados e equipas na chegada à África do Sul. O Mundial2010 vai até 11 deste mês.