quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Parceria
Três acordos de cooperação económica serão rubricados em Janeiro de 2010, entre os governos da Roménia e de Angola, nos domìnios petrolífero, energia, geologia e minas, na perspectiva do relançamento e reforço das Relações bilaterais entre os dois países.
A notícia foi divulgada pelo embaixador da Roménia em Angola, Iacob Prada, em declarações à Angop, por ocasião do dia Nacional daquele pais, assinalado a 1 de Dezembro. O presidente José Eduardo dos Santos foi convidado a deslocar-se à Roménia, em Janeiro de 2010 para uma visita oficial e para proceder à assinatura dos referidos acordos de cooperação bilateral. Lembrou ainda que uma delegação angolana dos ministérios dos petróleos e da geologia e minas deverá deslocar-se à Roménia para "negociações in situ", missão que será precedida de uma deslocação do ministro angolano das Relações Exteriores, nos próximos, para preparar a visita presidencial.
O diplomata romeno em Angola, há mais de três anos, garantiu que após os acordos e tendo em conta a experiência nesse dominio, o seu país fará investimentos consideraveis na exploração e processamento mineiro de ferro, cobre, diamante e urânio, assim como nos sectores da energia e petróleo. Nesta última área, o diplomata adiantou que a sociedade Nacional de combustíveis de Angola, (Sonangol) vai colocar no mercado romeno, produtos derivados de petróleo para consumo interno, no âmbito do processo de internacionalização.

Na óptica do responsável, nos últimos quatro anos, as relações de cooperação entre os dois países têm registado incrementos, com a deslocação, periodiamente, de quadros angolanos para formação nas áreas das ciências, petróleo, tecnlogia de informação, entre outras.
Na sua estratégia de parceria com Angola, a Romenia prevê ainda, em 2010, alargar a sua cooperação, no ramo da construção civil, participando na criação de um milhão de (focos) casas, estando cada vez mais envolvida no processo de reconstrução e desenvolvimento do país.
CAN 2010
| Estradas inter-provinciais reabilitadas para facilitar circulação automóvel A melhoria das estradas do país vai permitir uma maior movimentação de adeptos do futebol entre as quatro províncias que acolhem as fases do CAN2010. A mais-valia reside nos baixos custos financeiros destas obras. Interpelados pela reportagem da Angop, os automobilistas destacaram a importância da recuperação das vias inter-provinciais, um processo que decorre há mais de quatro anos e que se adapta ao momento actual em que o país vai realizar o Campeonato Africano das Nações. Em declarações à agência angolana, os condutores manifestaram-se satisfeitos com o estado da via, com destaque para o troço Luanda-Sumbe-Benguela-Huíla. Para quem utiliza regularmente a via para a transportação de pessoas e mercadoria, o conforto, a segurança, bem como a redução do tempo de viagem vão incentivar a população a percorrer as diversas cidades do CAN2010 por estrada. Zeca Horácio reconheceu os esforços do governo e salientou que a reabilitação das estradas, em particular da via Luanda-Benguela, num percurso de 530 quilómetros, contribuiu para a redução do tempo de viagem de 18 para sete, contando com as paragens feitas pelo caminho. Salomão Bazilo, motorista de um mini-autocarro que faz a rota Luanda-Benguela-Huíla, há mais de cinco anos, considerou que a recuperação das estradas contribui ainda para a longevidade dos veículos. O motorista perspectiva o aumento de número de passageiros durante a realização do CAN, que já se mostram ansiosos por ver os jogos nos novos estádios. Por outro lado, os motoristas apontaram as vantagens da ponte “4 de Abril” sobre o rio Catumbela (Benguela) que tem permitido uma maior fluidez na circulação rodoviária da localidade. Segundo Isaías Amadeu, com a ponte, inaugurada este ano pelo Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, o tempo de circulação entre Lobito-Benguela ficou seduzido e contribuiu para o aumento do número de viagens para as referidas localidades. |
Legislação

Para a directora geral do Inadec, a tutela do consumidor demonstra a preocupação do Estado para o despertar da consciência do comprador. Apontou a experiência com associações e órgãos do Estado como factor que levou a instituição a apresentar tal proposta. O encontro, promovido em parceria pela Comissão Constitucional, Ministério da Economia e Faculdade de Economia da Universidade Agostinho Neto (UAN) contou com a participação de técnicos da Comissão Constitucional da Assembleia Nacional, representantes das associações de Economistas, Fiscal e de bancos, empresários e economistas singulares.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Inauguração
Centro de Conferências de Belas gera empregos
O primeiro-ministro, António Paulo Kassoma, considerou ontem, em Luanda, que o Centro de Conferências de Belas pela sua extensão irá criar mais postos de emprego para cidadãos nacionais.
Paulo Kassoma falou à Angop depois da inauguração do empreendimento por parte do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, referindo que Angola ganha mais um espaço para debater as suas ideias.
Localizado no Futungo II, comuna do Benfica, município da Samba, o empreendimento ocupa uma área de construção de 10 mil e 194 metros quadrados e comporta quatro pavimentos, sendo o último um terraço acessível. O edifício tem uma área administrativa, gabinetes de trabalho, salas de imprensa, de tradução e duas de reuniões com divisória amovível. De arquitectura moderna, o espaço está equipado com serviços de combate a incêndios.
Orçado em 24 milhões de dólares, as obras do empreendimento duraram 24 meses e foram executadas por uma empresa chinesa, com fiscalização de técnicos angolanos.
Desminagem

Pelo menos 64 mil e 380 minas foram já removidas, de Janeiro de 1995 a Outubro deste ano, pela ONG The Halo Trust nas províncias do Bié, Huambo, Benguela e Kuando Kubango. A notícia é adiantada pela Angop, que refere que o chefe de operações da ONG, Valdemar Fernandes, admitiu que do conjunto de minas removidas constam 52.561 anti-pessoais e 11.819 anti-tanques.
Ambiente

A empresa petrolífera americana Chevron disponibilizou 1,5 milhões de dólares ao Ministério do Ambiente para apoiar as acções do programa nacional de gestão ambiental, no âmbito das estratégias de preservação do planeta terra. O valor da doação foi divulgado ontem, após a assinatura de um protocolo de cooperação pela ministra do Ambiente, Fátima Jardim, e pela directora geral da Chevron para a África Austral, Wkelly Hartshorn. A verba destina-se a apoiar os projectos sobre educação ambiental, o banco de dados de indicadores ambientais e as acções de formação e de capacitação ambiental.

