O ministro da Hotelaria e Turismo, Pedro Mutindi, visita hoje, segunda-feira, os empreendimentos do sector hoteleiro e turístico do município da Cela, província do Kwanza Sul, para se inteirar do seu funcionamento. De acordo com a Angop, o responsável encontra-se no Waku Kungo desde domingo, onde procedeu à inauguração da segunda fase do Hotel Ritz. Entretanto, visitou o hotel Lubelissima, Kimbo dos Sobas, Kwanza Centro e o complexo turístico da Sanga. O ministro Pedro Mutindi inaugurou igualmente, na cidade do Sumbe, o motel “Kalunda” e visitou as obras de construção de mais duas unidades hoteleiras e alguns restaurantes e similares.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Turismo
O ministro da Hotelaria e Turismo, Pedro Mutindi, visita hoje, segunda-feira, os empreendimentos do sector hoteleiro e turístico do município da Cela, província do Kwanza Sul, para se inteirar do seu funcionamento. De acordo com a Angop, o responsável encontra-se no Waku Kungo desde domingo, onde procedeu à inauguração da segunda fase do Hotel Ritz. Entretanto, visitou o hotel Lubelissima, Kimbo dos Sobas, Kwanza Centro e o complexo turístico da Sanga. O ministro Pedro Mutindi inaugurou igualmente, na cidade do Sumbe, o motel “Kalunda” e visitou as obras de construção de mais duas unidades hoteleiras e alguns restaurantes e similares.
Segurança

O comandante da Polícia Nacional na Lunda Norte, subcomissário Gil Famoso da Silva, foi apresentado hoje, segunda-feira, no Dundo, ao governador provincial, Ernesto Muangala. Na ocasião, o novo responsável apontou o combate à imigração ilegal como uma das principais tarefas a executar na região, lembrando que a entrada ilegal de estrangeiros e o garimpo de diamantes constituem preocupações do Estado angolano, pelo que se compromete a prestar maior atenção à protecção e segurança das fronteiras da província, melhorando a capacidade de resposta das forças de guarda fronteira.
Sociedade

Um sistema de produção e distribuição de água canalizada foi colocado ontem, domingo, à disposição de mais de mil famílias residentes na vila de Catabola (Longonjo), a sul da cidade do Huambo. O empreendimento, inaugurado no quadro das celebrações do 35º aniversário da proclamação da independência nacional, assinalado quinta-feira, dia 11, custou ao Governo 300 mil dólares e insere-se no programa do executivo "Água para Todos".
Economia
Desporto
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Economia
A organização das famílias camponesas em cooperativas e associações para o acesso aos diversos programas de apoio a produção de alimentos ficou facilitada depois do alcance, em 1975, da independência nacional, revela a Unaca, na província do Huambo. O presidente da Federação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias (Unaca), no Huambo, Abraão Fernandes, revelou que a independência deu lugar à liberdade de actuação dos camponeses e melhor actuação dos líderes comunitários. “Antes de 1975, os camponeses não tinham grandes extensões de terra, porque usavam toda a sua força e meios ínfimos para sobreviver. A governação colonial preocupava-se mais com as exigências do imposto e o trabalho forçado, quase nada fazia para reduzir o sofrimento das famílias camponesas”, referiu.
Explicou que os angolanos, particularmente os do meio rural, estão a beneficiar de diversos programas que lhes dão maior dignidade, desde a saúde, educação, transportes públicos, micro crédito e crédito agrícola de campanha. Sem revelar dados anteriores, Abraão Fernandes apontou que nos últimos oito anos o número de cooperativas agro-pecuárias cresceu de sete para 104, enquanto a cifra de associações de camponeses passou de 579 para 633.
Referiu que hoje a Unaca controla 23.687 cooperadores e 91.159 associados. Do total, 66.684 são mulheres. Abraão Fernandes salientou como outro ganho da independência a adesão da mulher rural as aulas de alfabetização, capacitando-se para a compressão dos problemas da sua comunidade.
Sociedade
A Acção Angolana para o Desenvolvimento Rural e Ambiental (ADRA) está a apoiar, desde 2007, 17 mil famílias dos municípios da Caála e Bailundo, província do Huambo, através do projecto “meios de vida”. Segundo a responsável da instituição, Maria de La-Salete, em declarações à Angop, o projecto tem o término previsto para o mês de Dezembro e é executado com a entrega de imputes agrícolas, apoio à legalização de terras, educação para cidadania e o processo de aproximação das associações de camponeses com as instituições do estado.
Segundo Maria de La-Salete, também está consubstanciado em crédito de meios agrícolas (cimentes, fertilizantes, ferramentas para agricultura, gado de tracção e criação), com objectivo de criar fundos comunitárias. “O projecto meio de vida até ao momento permitiu que as famílias camponesas criem estabelecimentos comerciais para a venda de produtos do campo e não só, de forma a evitar que as populações das comunidades rurais percorram longas distâncias para a aquisição de meios básicos”, sublinhou. Falando durante um encontro de balanço dos quatro anos da existência do projecto, Maria de La-Salete considerou de positivo a sua execução, visto que está a contribuir para a redução da pobreza nas comunidades.
Métodos para aumentar a capacidade de incidência política das organizações comunitárias de base com as autoridades locais sobre os principais processos que afectam a vulnerabilidade, conhecimento dos camponeses e os processos que condicionam as suas estratégias de meios de vida, foram igualmente estudados no colóquio. Participaram do encontro que decorreu na sala de reuniões da ADRA, 25 pessoas entre responsáveis de associações de camponeses e representantes de deveras organizações não governamentais.
