Temas de advocacia lusófona em discussão
Angola tem sido um importante protagonista na discussão dos temas que interessam à advocacia lusófona. O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola, Inglês Pinto, preside o I Congresso Internacional de Advogados de língua Portuguesa a ter lugar de 22 a 24 de Março em Lisboa.
Esta consideração é do Coordenador da Comissão Executiva do Congresso, Agostinho Pereira de Miranda, que em entrevista à Angop referiu que o Congresso é uma antiga aspiração das Ordens que compõem a União de Advogados de Língua Portuguesa (UALP), a qual só foi possível concretizar agora. Segundo Agostinho Miranda “existe um pujante mercado internacional da advocacia lusófona, mercê de parcerias muito importantes celebradas entre escritórios sedeados nos vários países da CPLP”. O responsável realçou que os primeiros advogados a estabelecerem-se noutro país foram os brasileiros, através de escritórios em Portugal, seguindo-se os portugueses que formaram parcerias com angolanos e moçambicanos, e, hoje, há porventura mais advogados angolanos e moçambicanos a exercerem advocacia em Portugal do que portugueses em Angola e Moçambique.
Os congressistas no evento vão poder partilhar experiências e discutir em conjunto questões muito importantes para a advocacia lusófona, visando potenciar novas relações de colaboração profissional. Agostinho Miranda frisou que para além da língua, há um património jurídico comum que só agora começa a ser devidamente valorizado. Existindo trocas comerciais e fluxos de investimento tão significativos,
O bastonário angolano preside ao Congresso, por ter sido eleito presidente da UALP em Abril de 2009, na cidade de Benguela.
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