
terça-feira, 25 de maio de 2010
Constatação

Sociedade
segunda-feira, 24 de maio de 2010
África
O analista de relações internacionais Filipe Olímpio defendeu hoje, no Huambo, o maior protagonismo institucional da União Africana (UA), para fazer face aos inúmeros problemas com que os países membros ainda se debatem.
Em entrevista à Angop, a propósito do Dia de África, que se assinala amanhã, o especialista explicou que a situação se reflecte negativamente, nomeadamente ao nível da fraca intervenção da organização na promoção da democracia, dos direitos humanos e do desenvolvimento socioeconómico dos Estados. Filipe Olímpio sustentou que o actual orçamento anual da União Africana (130 milhões de dólares) é ínfimo e, no seu entender, condiciona a prestação de ajuda aos países assolados por calamidades naturais, ao movimento de diplomatas para mediar conflitos e à manutenção de um exército de manutenção de paz.
O analista aproveitou a ocasião para condenar o facto de alguns países membros da União Africana não pagarem atempadamente as suas quotas anuais (50 mil dólares), causando transtornos para a realização das suas actividades.
Filipe Olímpio elogiou os esforços empreendidos pelos Governos para o desenvolvimento social e económico dos países do continente, realizações que concorrem para a melhoria de vida dos seus habitantes.
Banca
Abanc parceira do Governo
O secretário de Estado para a Coordenação Económica, Job Graça, revelou que a Associação Angolana de Bancos (Abanc) tem sido um parceiro importante do Governo na formulação de políticas e medidas nos domínios cambial e monetário, visando o desenvolvimento do sistema financeiro nacional.
Job Graça defendeu que se verifica actualmente um claro aprofundamento progressivo da integração da economia nacional na economia mundial, tal como se pode constatar na recente classificação do risco soberano de Angola pelas agências de rating Fithc, Moodys e Standard and Poors.
A classificação tem o potencial de alargar as fontes e de reduzir os custos de financiamento internacional do Executivo e das empresas. Para o responsável, em declarações à Angop, o novo contexto vai exigir dos bancos nacionais o aumento da sua eficiência, de modo a desempenhar cada vez melhor as suas funções de intermediação e alocação eficiente de recursos nacionais e contribuir progressivamente para um maior desenvolvimento do sistema financeiro nacional.
Garantiu que a Abanc continuará a contar com a parceria do Executivo, porque o desenvolvimento e o aprofundamento do sistema financeiro nacional são imprescindíveis aos objectivos do Governo que consistem na estabilidade macroeconómica, crescimento, geração de empregos, diversificação económica e desenvolvimento sustentável, de modo a melhorar progressivamente as condições de vida das famílias angolanas.
Economia
Tecnologias
Cultura

Recorde-se que na quinta-feira passada, a música urbana contemporânea angolana esteve presente no 'Central Stage’ do Pavilhão Africano com a actuação dos conceituados cantores Ary, Big Nelo e Paul G. O ritmo contagiante dos sons nacionais atraiu a pacata audiência chinesa, que dançou e vibrou com a exibição dos embaixadores culturais de Angola.
